A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) apresentou ao deputado federal Domingos Sávio (PL-MG), autor do Projeto de Lei nº 1.087/2025, um documento técnico com propostas de ajustes ao texto que altera as regras do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) e institui a tributação de lucros e dividendos.
O estudo reúne análises econômicas, dados comparativos e recomendações, defendendo que a ampliação da faixa de isenção do IRPF — ponto central do PL — seja acompanhada de medidas que preservem a competitividade das empresas e a formalidade no mercado de trabalho.
A entidade reconhece o mérito da ampliação da faixa de isenção, mas alerta que a forma como o projeto foi estruturado pode gerar efeitos contrários à justiça fiscal e ao crescimento econômico. Entre os pontos mais sensíveis, destacam-se:
Para evitar distorções e impactos negativos, a Confederação propõe:
Segundo o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros, a intenção é contribuir para que a discussão sobre lucros e dividendos seja conduzida com “responsabilidade técnica e sensibilidade econômica”, equilibrando justiça fiscal e sustentabilidade do setor produtivo.
Juliana Moratto
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