Novo modelo de cooperação entre Receita e contribuinte elevou arrecadação em mais de R$?1 bilhão

Notícias / geral - 07/05/26 29 Views
Novo modelo de cooperação entre Receita e contribuinte elevou arrecadação em mais de R$?1 bilhão

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A atuação integrada entre equipes técnicas da Receita Federal e os contribuintes, baseada em um modelo cooperativo inspirado no Confia – o Programa de Conformidade Cooperativa Fiscal – resultou no recolhimento de R$?1,086 bilhão em tributos federais. O caso demonstra, segundo avalia a Receita, que o diálogo e a previsibilidade podem substituir o litígio, com benefícios para ambas as partes. A experiência, reforça o órgão, mostra a eficácia do relacionamento entre Fisco e contribuinte, fundamentado no diálogo, na transparência e na previsibilidade.

Mais do que ampliar a arrecadação, a iniciativa demonstrou, na prática, como a cooperação pode gerar benefícios concretos para o contribuinte, ao permitir a regularização espontânea de situações fiscais, sem litígio, sem autos de infração e sem penalidades.

O trabalho conjunto teve como base a aproximação com o contribuinte, por meio de reuniões técnicas realizadas em ambiente colaborativo. Nesse contexto, a Receita Federal apresentou de forma direta suas análises e entendimentos, possibilitando o debate técnico e o esclarecimento das questões envolvidas.

Isso permitiu ao contribuinte avaliar com maior segurança sua situação fiscal, compreender os riscos e revisar posições de maneira consciente. O modelo, baseado na confiança mútua, vem substituindo a lógica tradicional do confronto.

Com a possibilidade de analisar as informações apresentadas pela Receita, o contribuinte põde retificar espontaneamente suas declarações e recolher os valores devidos relativos ao IRPJ e à CSLL, sem necessidade de instauração de procedimento fiscal.

Para o contribuinte, a regularização voluntária evitou disputas administrativas ou judiciais, reduziu custos operacionais e financeiros e fortaleceu a segurança jurídica. Para a Administração Tributária, viabilizou arrecadação mais rápida e eficiente, sem a adoção de medidas coercitivas.

Fonte: Ministério da Fazenda