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02/04/2015 - Empregador que atrasar pagamento de salário pode pagar multa
02/04/2015 - Empregador que atrasar pagamento de salário pode pagar multa
02/04/2015

O senador Reguffe, do PDT do Distrito Federal, apresentou o PLS 134/2015 que estabelece o pagamento de multa de 5% do salário, acrescido de 1% por dia de atraso para os trabalhadores regidos pela CLT.

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O senador Reguffe, do PDT do Distrito Federal, apresentou o PLS 134/2015 que estabelece o pagamento de multa de 5% do salário, acrescido de 1% por dia de atraso para os trabalhadores regidos pela CLT. O senador ressalta que a medida protege o empregado, que é a parte mais vulnerável de uma relação de trabalho. Você pode ouvir mais sobre o assunto com a repórter Cinthia Bispo, da Rádio Senado.

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Clique aqui para baixar o áudio.

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Link: http://www12.senado.gov.br/noticias/audios/2015/04/empregador-que-atrasar-pagamento-de-salario-pode-pagar-multaFonte: Senado Federal

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02/04/2015 - Novas Tabelas do IRF já Estão em Vigor
02/04/2015 - Novas Tabelas do IRF já Estão em Vigor
02/04/2015

Já estão em vigor as novas tabelas do Imposto de Renda na Fonte, em decorrência da Medida Provisória 670/2015

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Desde 01.04.2015 já está em vigor as novas tabelas do Imposto de Renda na Fonte, em decorrência da Medida Provisória 670/2015:

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TABELA APLICÁVEL AOS SALÁRIOS E DEMAIS RENDIMENTOS:

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Base de Cálculo (R$)Alíquota (%)Parcela a Deduzir do IR (R$)
Até 1.903,98--
De 1.903,99 até 2.826,657,5%142,80
De 2.826,66 até 3.751,0515%354,80
De 3.751,06 até 4.664,6822,5%636,13
Acima de 4.664,6827,5%869,36
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Dedução por dependente: R$ 189,59 (cento e oitenta e nove reais e cinquenta e nove centavos), a partir do mês de abril do ano-calendário de 2015.

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TABELA APLICÁVEL A PLR – Participação nos Lucros ou Resultados:

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Valor da PLR anual (R$)Alíquota (%)Parcela a{nl}

 

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deduzir do IR (R$)

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De         0,00 a   6.677,57--
De  6.677,58 a   9.922,277,5500,82
De  9.922,28 a 13.166,99151.244,99
De 13.167,00 a 16.380,3722,52.232,51
Acima de 16.380,3727,53.051,53
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Link: http://direito-trabalhista.com/2015/04/01/novas-tabelas-do-irf-ja-estao-em-vigor/Fonte: Blog Guia Trabalhista

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02/04/2015 - Receita explica que não houve aumento com MP da PIS/Cofins
02/04/2015 - Receita explica que não houve aumento com MP da PIS/Cofins
02/04/2015

A MP faz parte do ajuste fiscal implementado do governo

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A comissão mista que analisa a medida provisória que aumenta alíquotas do PISe da Cofins sobre importação (MP668/15) começou nesta terça-feira uma série de audiências públicas para discutir com os setores afetados pelo texto a ser votado. 

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O relator da proposta, deputado Manoel Junior (PMDB-PB), disse que vai estudar a proposta e colher sugestões, mas estará atento para que a MP não represente aumento real de impostos. “Nesse momento, a receita não pode cair, mas vamos buscar uma equalização, sem que a carga tributária aumente para os cidadãos”, disse.

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Os debates começaram com a explicação do governo. Segundo o coordenador de tributos sobre a produção e o comércio exterior da Receita Federal, João Hamilton Rech, a MP não aumentou nenhum imposto, apenas corrigiu as alíquotas da Pis/Cofins para equilibrar a retirada do ICMS (um imposto estadual) da base de cálculo do PIS e Cofins incidentes sobre a importação.

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Isonomia

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Luis Macedo / Câmara dos Deputados\"AudiênciaRech: a MP não aumentou imposto, só corrigiu alíquotas da Pis/Cofins para equilibrar a retirada do ICMS do cálculo dessas contribuições sobre a importação.
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A retirada foi feita após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que em 2013 declarou inconstitucional a inclusão. Na média, a MP eleva de 9,25% para 11,75% as alíquotas somadas de contribuição ao PIS/Pasep e da Cofins incidentes sobre a importação de mercadorias. “Mas o ICMS faz parte da contribuição interna, então a ideia é criar uma isonomia, para que o produto importado não fique em vantagem”, disse Rech.

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Os deputados queriam entender por que alguns produtos tiveram aumento maior de alíquota que outros, mas Rech garantiu que a mesma forma de cálculo foi usada para todos os setores. “Não foi uma decisão isolada para cada setor, apenas o cálculo que foi feito por setor. Há casos em que produtos já têm uma carga maior por serem de única cobrança, em outros o ICMS é maior na média”, disse.

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No caso do setor de pneus, por exemplo, as alíquotas somadas das duas contribuições ficaram em 16,56%, mas Rech explicou que nesse setor a cobrança do imposto de toda a cadeia, da fabricação ao produto final, passando por distribuidores, é cobrada do fabricante uma única vez, e por isso a alíquota maior.

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Quando a MP foi anunciada, alguns setores estranharam que itens de perfumaria tenham as maiores alíquotas, mas Rech explicou que nesse caso o problema é o ICMS, cuja média nesse setor é de 25% no Brasil. “Inclusive usamos a média do ICMS para o cálculo em 12%, que é bem baixa, há muitas diferenças do imposto entre os estados”, disse.

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Indústria

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O gerente-executivo de políticas econômicas da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Flávio Castelo Branco, disse que o ideal seria retirar o ICMS da base de cálculo de todos os impostos, tornando o sistema de impostos mais fácil e transparente. “Mas a CNI concorda com a proposta, apesar de considerar que ela representa aumento de imposto, porque é preciso encontrar uma forma de igualar as condições”, disse.

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De fato, a PIS/Cofins sobre a importação gera créditos, e as empresas que compram insumos importados podem descontar o imposto pago de seus próprios impostos. Dessa forma, o aumento de alíquotas não gera maiores despesas para a indústria nacional.

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Mas isso não acontece para todas as empresas, o representante do Escritório Mattos Filho Advogados, Alessandro Amaral da Fonseca, lembrou que quem opta pelo regime de lucro presumido não pode se beneficiar dos créditos, e por isso vai ter prejuízos com o aumento de alíquotas.

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João Hamilton Rech lembrou que o regime é facultativo, e apesar da complexidade e custos, as empresas que podem optar pelo lucro presumido também podem optar pelo lucro real, e fazer uso dos créditos, se isso for mais econômico.

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OMC

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Outra preocupação é que o Brasil está sendo questionado na Organização Mundial do Comércio (OMC) sobre as contribuições para importados. Mas Rech disse que a defesa do Brasil é sólida, e uma categoria de imposto de adequação ao mercado interno existe e é reconhecida pela OMC. “É como um imposto de adequação de fronteira, para igualar impostados e nacionais, e é isso que estamos fazendo também com a MP”, disse.

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Link: http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/ECONOMIA/484977-RECEITA-EXPLICA-QUE-NAO-HOUVE-AUMENTO-COM-MP-DA-PISCOFINS.htmlFonte: Câmara dos Deputados

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01/04/2015 - Mais da metade das empresas brasileiras não exige troca de senha dos funcionários
01/04/2015 - Mais da metade das empresas brasileiras não exige troca de senha dos funcionários
01/04/2015

Luiz Queiroz

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Uma pesquisa da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), divulgada nesta terça-feira, 31/03, apurou que ao menos 59% dos ataques cibernéticos registrados no estado atingem as finanças das empresas. E mais de 60% desses atentados acontecem em indústrias de pequeno e médio porte. O levantamento Segurança Cibernética foi feito pela entidade com objetivo de compreender como o setor produtivo enxerga as ameaças cibernéticas. A sondagem foi durante o Congresso Nacional de Segurança Cibernética, organizado pelo Departamento de Segurança (Deseg) da Fiesp.

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A pesquisa apurou ainda que 46,2% dos ataques a empresas de grande porte tem como alvo as informações sigilosas. “A grande indústria investe em sistemas de bloqueio na área financeira, por isso os alvos são as micro e pequenas, mais vulneráveis, e deixa mais expostas as informações sigilosas e valiosas”, explicou o diretor do Deseg, Rony Vainzof.

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Na avaliação do diretor, problemas e prejuízos podem diminuir se as empresas considerarem como prioridade no planejamento estratégico investimentos para a segurança cibernética.“Há ainda uma certa imaturidade das empresas, em relação à proteção e uso da rede mundial. Faltam práticas de políticas e de regras internas, além de treinamento de pessoal. A tecnologia não resolve o problema sozinha”, afirmou.

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Funcionários treinados

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Os dados da pesquisa indicaram que enquanto 96,4% apostam na instalação de antivírus para prevenir ameaças virtuais, 40,1% investem em aplicação de normas internas e apenas 21,2% oferecem treinamento aos funcionários diretamente ligados com o uso da internet. “Segurança cibernética mais eficaz combina pessoas, processos e tecnologias. Quando esta balança não está equilibrada, as organizações ficam expostas”, reforçou Vainzof.

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A falta de identificação das ameaças também é um desafio a ser vencido pelas empresas. Segundo a sondagem, 23,5% delas não sabem se houve ataques, sendo que 19,5% são de grande porte. O levantamento também mostra que mais de 53% não exigem que funcionários troquem a senha periodicamente e 47% não monitoram os e-mails transmitidos pelo pessoal, aumentando o risco de ataques e invasão a ambientes restritos.

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“A solução não é complexa, tampouco custosa. A sugestão é que empresas comecem a aderir a soluções de monitoramento por 24 horas, sempre de forma transparente, ou seja, com o conhecimento prévio dos usuários envolvidos”. O Deseg ouviu 435 indústrias do estão de São Paulo entre os dias 12 de janeiro e 2 de fevereiro deste ano. Dos entrevistados, 54,7% corresponde a empresas de micro e pequeno porte, 35,9% a companhias de médio porte e 9,4% a organizações de grande porte.

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Link: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=39286&sid=18#.VRvlCfnF9HWFonte: Convergência Digital

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01/04/2015 - Mais de 600 empresas passam por ‘pente fino’ da CPI da Sonegação e deputados projetam aumento na receita
01/04/2015 - Mais de 600 empresas passam por ‘pente fino’ da CPI da Sonegação e deputados projetam aumento na receita
01/04/2015

Ronaldo Pacheco

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O primeiro resultado prático das investigações da CPI da Sonegação e Incentivos Fiscais da Assembleia Legislativa deve ser o aumento paulatino na arrecadação estadual, principalmente do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). O presidente da CPI, deputado Zé Carlos do Pátio (SD), não quis fazer projeções sobre o incremento da receita, mas a afirmou que a expectativa é de incremento é real.

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Primeiro a depor na CPI, nesta terça-feira (31), o secretário Seneri Paludo, de Desenvolvimento Econômico, disse que dentro de 15 dias deve ser concluída a auditoria realizada pela Controladoria Geral do Estado nos incentivos fiscais de Mato Grosso. Estudos extraoficiais dão conta de que mais de R$ 300 milhões podem  engordar o Tesouro do Estado, mas não há confirmação oficial.

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“O prazo legal é 14 de abril para concluir a auditoria, contando com o plano de providência. E isso deve, sim, melhorar a arrecadação”, explicou Paulo. O secretário pode solicitar a prorrogação da auditoria, se considerar necessário.

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“É determinação do governador Pedro Taques enviar as informações que forem solicitadas pela CPI”, justificou Paludo, para a reportagem do Olhar Direto. Das mais de 800 empresas que recebem incentivos fiscais, pelo menos 600 estão ‘devendo explicações ou documentos’ para o Estado. Todas serão investigadas.

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O relator da CPI, deputado Max Russi (PSB), citou que a Comissão Parlamentar foi  dividida em três sub-relatorias: Incentivos Fiscais, coordenada por Gilmar Fabris (PSD); das Cooperativas, com Wancley Carvalho (PV); e Regimes Especiais, com Wilson Santos.

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Max Russi disse que o trabalho da Comissão está focado em investigar os possíveis delitos de fraudes, sonegação fiscal, renúncia fiscal e mesmo benefícios a algumas empresas. “Temos denúncias de incentivos maiores que permitidos por lei e vamos fazer um trabalho de investigação minucioso para corrigir as distorções que venham a ser comprovadas”, justificou Russi.

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A próxima reunião acontece nesta quarta-feira (1), a partir das 13h30, quando os deputados se reunirão com o presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Waldir Júlio Teis. A expectativa é de que o resultado da auditoria do TCE traga luz para o trabalho da CPI.

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Link: http://www.olhardireto.com.br/noticias/exibir.asp?noticia=Mais_de_600_empresas_passarao_pelo_pente_fino_da_CPI_da_Sonegacao_e_deputados_projetam_aumento_na_receita&edt=33&id=393460Fonte: Olhar Direto

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01/04/2015 - Onda verde invade as rotinas contábeis
01/04/2015 - Onda verde invade as rotinas contábeis
01/04/2015

Roberta Mello

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A grande preocupação com as questões ambientais e com o impacto dos atos individuais e das atividades empresariais no meio ambiente trouxe consigo a maior conscientização de que todos são responsáveis pela preservação da natureza. Isso inclui os contadores, os técnicos em contabilidade e os demais profissionais envolvidos com questões fiscais dentro das empresas privadas e públicas.

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Considerada uma ramificação da Ciência Contábil já existente, o Contabilidade Ambiental tem o papel de identificar, mensurar e avaliar toda a interação da empresa com o meio ambiente do ponto de vista monetário. Em outras palavras, ela busca encontrar números para expressar como a interação das empresas com a natureza se reflete no seu patrimônio.

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O contador e professor de Ciências Contábeis da Unisinos Ernani Ott explica que demonstrar preocupação com o que está à volta é importante para todas as organizações, mas salienta que a avaliação se torna questão de vida ou morte para aquelas que ofereceram ou ainda oferecem algum risco, como por exemplo, uma empresa poluidora.

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Uma das dificuldades em desenvolver a Contabilidade Ambiental em todo seu potencial, no entanto, é o fato do assunto \"ser encarado como unicamente gerencial\", determina a professora das disciplinas de Contabilidade Ambiental e Social do curso de Ciências Contábeis da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Marivane Vestena Rossato. \"A avaliação dessa interação entre empresa e natureza não ocorre para fins de evidenciação, publicação e tomada de decisão\", avalia Marivane.

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A divulgação de um balanço ambiental esbarra na falta de legislação específica e na demora para sua inclusão entre as Normas Brasileiras de Contabilidade. Sendo assim, aquelas empresas que decidem aderir ao balanço ambiental normalmente o fazem dentro do balanço anual de contas, colocando essas informações dentro de outro item obrigatório, com mais detalhes em Nota Explicativa.

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O mais comum, adverte o professor Ernani Ott, é que o impacto ambiental entre na contabilidade apenas quando a empresa é multada por infrações cometidas, isto é, quando sai perdendo. Nessa situação, ela acaba gerando um passivo, uma dívida, e não há como não repercutir no balanço da empresa.

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Contudo, explica Ott, o investimento ambiental pode ser mais do que um gasto. \"Uma empresa que se dá conta do desperdício de material e resolve industrializá-lo e transformar em produto a ser vendido, está reaproveitando e lucrando. Esse é apenas um dos casos em que a preocupação ambiental se torna um ativo\", exemplifica.

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Ainda que informalmente, a contabilidade ambiental colabora para pôr o ambiente de negócios brasileiro dentro daquilo que os investidores, principalmente estrangeiros, buscam. Um dos ativos mais importantes é a adesão ao Sistema de Gestão Ambiental, que consta nos balanços de todas aquelas que o desenvolvem através da publicação do investimento feito para sua implementação. Ott lembra que tendo certificação certamente a empresa terá também vantagens competitivas em relação a outra empresa, além de agregar valor à própria imagem. \"Porém, ainda não se consegue medir quanto é decorrente do investimento ambiental\", diz Ott, salientando que esse talvez seja o grande desafio da Contabilidade Ambiental.

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CFC estuda norma que regulamente parâmetros

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A avaliação da qualidade das informações ambientais nos balanços e demonstrações contábeis e de resultados fica prejudicada pela falta de parâmetros nacionais. A esperança está na aprovação de uma nova Norma Brasileira de Contabilidade (NBC), em análise pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC).

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Apesar da NBC T 15 \"estabelecer procedimentos para evidenciação de informações de natureza social e ambiental com o objetivo de demonstrar à sociedade a participação e a responsabilidade da entidade\", ela não define conceitos para a contabilização dos eventos, afirmam os especialistas. Já a nota ainda não aprovada pelo CFC define conceitos e critérios para reconhecimento, classificação, mensuração e divulgação dos eventos e transações que refletem as interações da entidade com o meio ambiente.

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A professora universitária Marivane Vestena Rossato colaborou informalmente com as atividades do Grupo de Estudos de Informações de Natureza Ambiental responsável por elaborar a minuta (instituído pela Portaria CFC nº 76/08). A espera para que a nova norma entre em vigor já dura mais de cinco anos. A minuta passou por processo de audiência pública e depende da aprovação do órgão para começar a valer.

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A nova norma ambiental, conforme a minuta, será aplicada a todas as atividades econômicas que causem ou venham a causar, direta ou indiretamente, algum tipo de impacto ao meio ambiente, que poderá ser de natureza positiva ou negativa. Além de um avanço técnico, ela renova as esperanças após a revogação da Norma e Procedimento de Auditoria (NPA) nº 11.

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O documento, anulado em 2011, estabelecia \"os liames entre a contabilidade e o meio ambiente, tendo em vista que, como as demais ciências, incumbe-lhe, também, participar dos esforços em favor da defesa e proteção contra a poluição e as agressões à vida humana e à natureza\".

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Projetos com impactos positivos ganham espaço

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Aquelas empresas que desejam investir em programas sociais e ambientais eficientes podem começar pela criação de um Sistema de Gestão Ambiental (SGA) e a desenvolver iniciativas que beneficiem a comunidade e vegetação no entorno.

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O SGA é fundamental para as organizações que desejam aplicar a ABNT NBR ISO 14001. Porém, tão importante quanto investir em gestão ambiental é ter certeza do impacto positivo e dar visibilidade às ações. Por isso, um grande número de companhias buscam o auxílio de organizações não governamentais e de negócios sociais especializados para colocar em prática seus projetos.

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Notando um interesse cada vez maior do mundo corporativo em realizar ações que auxiliem a vizinhanças, mas que não sabem por onde começar, Mariana Madureira e a sócia Marianne Costa decidiram criar a Raizes Desenvolvimento Sustentável. Elas também auxiliam na implementação de projetos de empresas que não contam com equipe interna para fazê-lo.

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Tudo começou em 2006, com foco no turismo, área de formação das duas. Depois, se deram conta de um novo nicho de mercado: o de projetos empresariais. A Raizes se envolve no diagnóstico, gerenciamento, execução e acompanhamento de projetos por todo o território nacional, passando pelo enraizamento comunitário a fim de garantir a durabilidade do projeto.

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Atualmente, grandes corporações como Vale do Rio Doce, Grupo Galvão, Toyota e Tam, além de pequenas e médias empresas, estão entre os clientes da Raízes do Brasil. No caso da Toyota, o planejamento focou na sustentabilidade financeira e captação de recursos do Instituto Arara Azul, de Mato Grosso do Sul, entidade apoiada há anos pela Fundação Toyota.

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Já o projeto contratado pelo Grupo Galvão, por exemplo, teve como escopo a criação de um plano colaborativo de uso do espaço para a Associação Multicultural e Educacional (Ame) de São Bento do Norte, no Rio Grande do Norte, que ganhou um espaço para gerir ações em prol do município. A iniciativa foi uma contrapartida social pela construção de parques eólicos na região.

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Mariana explica que, muitas vezes, o desenvolvimento desses projetos é uma condição obrigatória. \"Mas também cresce a consciência de que, além do ganho de imagem na sociedade mais geral, é preciso conseguir ter um trabalho harmônico na comunidade local\", afirma.

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As empresas de contabilidade também estão atentas e aderem à onda verde. A Rockembach, que atua na área de Auditoria, em Porto Alegre, foi a primeira do ramo a entrar no programa Carbon Free. A organização está financiando o plantio de árvores nativas de mata atlântica para a compensação total das emissões de gases de efeito estufa.

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Link: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=192285Fonte: Jornal do Comércio

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01/04/2015 - Como funciona a contabilidade tributária nas empresas
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01/04/2015

Independente da segmentação de mercado, toda empresa tem uma coisa em comum: a necessidade de lidar com os tributos. Indiferente da modalidade de tributação — se é Lucro Presumido, Lucro Real ou Simples Nacional — toda empresa precisa fazer o seu balanço financeiro e pagar impostos. Por isso, um bom profissional contábil se faz de grande ajuda para seus clientes na hora de analisar, calcular e deixar tudo em ordem com o fisco.

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Confira aqui o que é contabilidade tributária, qual a sua importância para as empresas e entenda porque essa é uma excelente opção de especialização para o contador!

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O que é contabilidade tributária?

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A contabilidade tributária, também muito conhecida pelo termo contabilidade fiscal, é a parte da contabilidade que trabalha na administração dos tributos de uma empresa. Para exercer a função de contador fiscal (ou tributário) nas empresas, é preciso ter um amplo conhecimento sobre os tributos e seus regulamentos.

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É importante salientar que a contabilidade tributária não tem apenas o objetivo de manter os impostos organizados e em dia, mas também de viabilizar o negócio, afinal, errar na hora de lidar com a tributação e os impostos pode acabar custando muito caro para uma empresa, principalmente num período delicado como o atual, de crise na economia.

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Como funciona a contabilidade tributária na empresa?

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A grande maioria das empresas tem a obrigatoriedade de pagar impostos e tributos para poder funcionar na regularidade e isso exige que a contabilidade da empresa esteja organizada e em dia, assim como o seu saldo de contas. O que significa que o financeiro da empresa apenas lançar os documentos na contabilidade não é o suficiente, também é preciso conferir e conciliar os saldos das contas para que se possa compor um balanço contábil preciso.

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Dessa forma, a tributação também será mais justa para a empresa, evitando os riscos de ter que pagar um valor mais alto de tributos do que realmente era necessário, minando parte dos lucros da empresa e diminuindo a viabilidade do negócio.

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O contabilista tributário precisa estar atento para uma série de contas e cálculos e, depois de fechar o balanço corretamente, fazer o gerenciamento dos tributos visando a economia na hora de pagar os impostos.

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Qual a importância que a contabilidade tributária tem para a empresa?

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Você sabia que um dos grandes responsáveis pelo fechamento de novas empresas é justamente a falta de tato com os tributos? Por isso mesmo é que é tão importante poder contar com ajuda especializada! Ter um profissional qualificado para tratar dessa tarefa tão complexa é de imensa importância para uma empresa.

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Levar a contabilidade tributária a sério evita riscos de erros contábeis que possam levar a empresa a gastar mais em impostos, tornando o negócio menos viável. É justamente toda essa importância que os tributos têm sobre a empresa, que fazem com que a especialização na área de contabilidade tributária seja uma ótima opção para o profissional da área

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Link: http://blog.sage.com.br/gestao-contabil/como-funciona-a-contabilidade-tributaria-nas-empresas/Fonte: Sage

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01/04/2015 - Receita Federal suspende mais de 160 mil CPF\'s em todo país
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01/04/2015

A consulta para saber a situação é por intermédio do sítio da Receita Federal na Internet (www.receita.fazenda.gov.br), pelo telefone 146, para ligações efetuadas no Brasil, ou (+) (55) (11) 3003 0146, para ligações efetuadas do exterior.

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A Receita Federal informa que suspendeu, nos dias 21 e 22 deste mês, 161.970 Cadastros da Pessoa Física-CPF, em todo o País, por diversas inconsistências cadastrais.

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Nos estados da Região Norte, exceto Tocantins, foram suspensas 7.332 inscrições. No Estado de Rondônia foram 1.162 suspensões, diz a Delegacia da Receita Federal em Porto Velho.

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Desse total, a maior incidência de cancelamento, 760, foi em virtude de CPF com Título de Eleitor cancelado com divergência exclusiva de data de nascimento, seguido 240 com Título de Eleitor cancelado e com nome de mãe em branco na base CPF.

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Houve ainda 106 suspensões de CPF sem Título de Eleitor e sem motivo de dispensa a partir 65 até  69 anos, e 56 com Título de Eleitor cancelado e com divergência de nome de mãe e data de nascimento.

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Como Saber se o CPF Foi Suspenso

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A consulta para saber a situação é por intermédio do sítio da Receita Federal na Internet (www.receita.fazenda.gov.br), pelo telefone 146, para ligações efetuadas no Brasil, ou (+) (55) (11) 3003 0146, para ligações efetuadas do exterior.

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Meios para Solicitar a Regularização

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Quem teve o CPF suspenso poderá regularizar a pendência por meio do serviço \"Pedido de Regularização CPF Internet\", disponível na Internet da Receita Federal, ou, ainda, por intermédio da rede de atendimento dos Correios, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil.

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Para obter êxito na solicitação de regularização do CPF, é imprescindível que o Título de Eleitor esteja em situação cadastral regular. Caso contrário, o interessado deverá ser orientado a corrigir a pendência junto ao Cartório Eleitoral e, em seguida, solicitar a regularização do CPF pela Internet ou por intermédio da rede conveniada (Correios, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal), esclarece o Centro de Atendimento ao Contribuinte-CAC, da Receita Federal em Porto Velho.

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Link: https://www.rondoniaovivo.com/noticias/receita-federal-suspende-mais-de-160-mil-cpfs-em-todo-pais/127670#.VRvo2vnF9HWFonte: Rondoniaovivo

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