Você sairá lucrando sendo filiado, senão vejamos:
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Veja os preçosde alguns Sindicatos que cobram as Convenções Coletivas de Trabalho em Belo Horizonte / MG
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Sindicato dos Metalúrgicos:
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a) Serralheria R$ 60,00
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b) Metal R$ 60,00
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c) Reparação de Veículos R$ 60,00
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Sindicato das Indústrias de Mármores e Granitos: R$ 25,00
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Sindicato dos Hotéis: R$ 15,00
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SINDUSCON: R$ 25,00
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Sindicato dos Rodoviários
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a) Ônibus R$ 15,00
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b) Ônibus Escolar R$ 15,00
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c) Transporte de Cargas R$ 15,00
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d) Transporte de Cargas Pesadas R$ 15,00
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Sindicato dos Químicos:
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a) Plástico R$ 40,00
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b) Lixo R$ 40,00
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Sindicato dos Aeroviários: R$ 65,00
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Sindicato dos Artefatos:
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a) Couro R$ 30,00
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b) Papelão R$ 30,00
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c) Borracha R$ 30,00
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Os Sindicatos filiados a Federação das Indústrias de Minas Gerais totalizam 138 sindicatos, estes sindicatos cobram de R$ 30,00 a R$ 60,00 por cada convenção coletiva de trabalho.
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Para os proprietários dos escritórios contábeis obterem todas as convenções coletivas de trabalho despenderiam aproximadamente R$ 800,00 , fora o preço do continuo, para ir ate o sindicato para obter as convenções, os proprietários de escritórios contábeis terão de despender a seguinte importância: passagem de ônibus R$ 3,10 de ida e volta, totalizando R$ 6,20 , salario do Office Boy R$ 788,00 dividido por 160 horas de trabalho mensal, R$ 4,92 a hora. Para ir do escritório contábil a um sindicato, o continuo não gastaria menos que 2 horas, totalizando R$ 9,85 , mais a passagem R$ 6,20 , totalizando o valor de R$ 16,05 , mais o preço da Convenção Coletiva de Trabalho.
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Colegas Contabilistas contam com osbenefícios que o SINESCONTÁBIL/MG lhe proporciona, não são somente nas convenções coletivas de trabalho, o SINESCONTÁBIL/MG dispõe de todas estas convenções e coloca ao inteiro dispor de nossos associados. Também fornecemos vistos de advogado em contratos sociais inteiramente gratuitos, descontos em cursos para seus funcionários e o principal papel, a representatividade. Só no mês passado tivemos que fazer três viagens a Brasília/DF, para lutar contra as multas por entrega de Gfip atrasada.
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O SINESCONTÁBIL/MG em breve ira fazer mensalmente uma palestra gratuita em local a ser escolhido previamente.
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OBS: Será fornecido certificado de presença a todos os estudantes de Ciências Contábeis, que servirá para complementar a carga horária nas atividades complementares de sua faculdade que participarem de nossas palestras.
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A nossa filiação é de R$ 180,00 anual, que poderá ser dividida em três parcelas pelo cartão de credito ou cheque.
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Por que não filiar-se junto ao SINESCONTÁBIL/MG? Assim você estará colaborando com engrandecimento de nossa classe.
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Maiores informações com o Sr. Peter Cantelmo. Relações Públicas.
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Telefones: (31) 3222-8964 // 3273-1752
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Email: peterantonio54@yahoo.com.br
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Solicitamos a todos que nos ajudem a divulgar este beneficio feito pelo SINESCONTÁBIL/MG a um amigo. Obrigado!
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Atenciosamente,
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Eduardo Heleno Valadares Abreu
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Presidente do SINESCONTÁBIL/MG
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Minas Gerais possui três contadores, todos os três são de Sete Lagoas. Quem são esses contadores? Geraldo Ramos da Silva – Presidente dos Sindicato dos contabilistas de Sete Lagoas, que construiu a sede deixando a sua família em segundo plano, mas hoje é realidade, Sebastião Lanza, foi o criador do Sindicato dos Contabilistas de Sete Lagoa também e por fim, o Sr. Eduardo Heleno Valadares, atualmente presidente do Sinescontabil/MG, responsável pelo o desmembramento do Sescon/MG, que ganhou no voto e na justiça a representatividade dos escritórios de contabilidade, auditoria e perícias contábeis de Minas Gerais, ora ambos chamados de loucos.
{nl}Se Minas Gerais possuísse seis homens iguais aos três setelagoanos, a classe contábil mineira não estaria do jeito que está.
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Vamos direto à curiosidade. Carta endereçada ao jornalista Mauro Rocha, responsável pela coluna do Jornal Sete Dias.
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As entidades dos contadores estão de parabéns, com a importante vitória conseguida. O SINESCONTÁBIL/MG através do Ex-Deputado Carlos Gomes e com o apoio do nosso atual Governador Fernando Pimentel, muito contribuiu para que a Presidente da República sanciona-se a Medida Provisória 656/14. Entre outras alterações, ela extingue multas da GFIP para empresas. A redação do texto sancionado (agora convertida na Lei Nº 13.097) foi mantida da seguinte maneira:Da apresentação da Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social – GFIP Art. 48. O disposto no art. 32-A da Lei nº 8.212, de 24 de julho de 1991, deixa de produzir efeitos em relação aos fatos geradores ocorridos no período de 27 de maio de 2009 a 31 de dezembro de 2013, no caso de entrega de declaração sem ocorrência de fatos geradores de contribuição previdenciária. Art. 49. Ficam anistiadas as multas previstas no art. 32-A da Lei nº 8.212, de 24 de julho de 1991, lançadas até a publicação desta Lei, desde que a declaração de que trata o inciso IV do caput do art. 32 da Lei nº 8.212, de 24 de julho de 1991, tenha sido apresentada até o último dia do mês subsequente ao previsto para a entrega. Art. 50. O disposto nos arts. 48 e 49 não implica restituição ou compensação de quantias pagas. Secretaria da Micro e Pequena Empresa - mais uma vez no sentido de tentar uma solução para as multas, asentidades de classe, encaminharam ofício ao Secretário de Racionalização e Simplificação da Micro e Pequena Empresa, da Secretaria Especial da Micro e Pequena Empresa, Sr José Constantino de Bastos Junior, Na ocasião, foi solicitado apoio do órgão. Projeto de Lei - durante o lançamento, Mario Berti entregou ao deputado Laércio Oliveira (SD-SE) uma minuta com subsídios para elaboração de projeto de Lei que solicita a anistia ou suspensão da cobrança das multas geradas pela falta ou atraso GFIP do período de 01/2009 a 13/2013. Outro pedido é que seja estabelecido um prazo de 90 dias para as empresas que não prestarem tais informações pudessem promovê-las, sem a cobrança de multa, contados a partir da publicação da nova legislação. Laercio Oliveira - Laércio Oliveira apresentou no Plenário da Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei nº 7512/2014, que anula as multas da Guia de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social (GFIP). Atualmente, o projeto está em Tramitação na Comissão de Trabalho. Petição Pública – Em uma das maiores mobilizações realizadas por entidades de classe, criaram uma petição pública com o objetivo de sensibilizar os órgãos governamentais quanto a importância do tema. Criada em 3 de novembro. “As entidades de classe não mediram esforços para alcançar essa grande conquista. O trabalho foi muito intenso, mas conseguimos alcançar êxito”, afirmou ocoordenador parlamentar do SINESCONTÁBIL/MG, oEx-Deputado Carlos Gomes. O Assessor Parlamentar do SINESCONTÁBIL/MG, Ex-Deputado Carlos Gomesreafirmou a importância de um extenso e árduo trabalho, que necessitou de muitas reuniões: “Nos sentimos orgulhosos por mais essa conquista para todo o sistema empresarial contábil brasileiro. Fica um agradecimento muito especial ao Ministro Guilherme Afif Domingos, ao Deputado Laércio Oliveira e a todos os que de forma direta ou indireta contribuíram para esse feito”, afirmou.
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Publicada no Diário Oficial da União hoje, dia 24/02/2015, a Resolução nº 1 do Ministério do Trabalho e Emprego, que dispõe sobre o Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial).
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Fisco passará a exigir que os médicos informem o CPF de seus clientes, bem como os valores recebidos de cada um, no carnê-leão; download dos programas do IR 2015 será liberado no dia 2 de março
{nl}Laís Alegretti, de Brasília
{nl}A Receita Federal vai apertar ainda mais a fiscalização das despesas médicas a partir da declaração de ajuste anual do Imposto de Renda 2016 (referente ao ano-calendário de 2015). O Fisco passará a exigir que os médicos informem o CPF de seus clientes no carnê-leão, que é elaborado mensalmente. Antes, esses profissionais tinham de declarar apenas o valor total recebido, e agora terão de discriminar qual foi o montante recebido de cada paciente.
“Queremos detalhadamente quais são as pessoas que compõem o rendimento total. Isso possibilitará, no cruzamento, que muitos contribuintes não tenham de ir até a Receita comprovar despesas”, afirmou o subsecretário de Arrecadação e Atendimento, Carlos Roberto Occaso. Atualmente, o Fisco já cruza diversas informações dos prestadores de serviços com as declarações das pessoas físicas, mas a nova medida deve deixar o cruzamento mais eficiente a partir do ano que vem.
Sem limite para abatimento, as despesas médicas costumam aparecer entre os principais motivos de retenção na malha fina do Fisco. Em 2014, elas responderam por 20% das declarações presas em malha. O principal motivo foi a omissão de rendimentos, responsável por 52% dos documentos retidos.
A Receita Federal também passou a exigir, já na declaração deste ano, o número do CPF das pessoas a partir de 16 anos declaradas como dependentes. Até o ano passado, a obrigatoriedade era válida apenas para maiores de 18 anos.
A mudança também tem como objetivo melhorar os controles do governo, impedindo, por exemplo, que o mesmo dependente conste em mais de uma declaração de IRPF. A Receita também espera criar uma estatística de dependentes a partir da informação do CPF.
Download. Em uma semana, o Fisco começará a receber as declarações do Imposto de Renda de 2015. A novidade deste ano é que será possível salvar online os dados de preenchimento, de forma que o contribuinte poderá acessar o documento de qualquer plataforma – computador, tablet ou celular – para concluir a declaração e enviar ao Fisco.
Também será a primeira vez que será possível usar o chamado “rascunho” da declaração, que foi lançado no fim do ano passado, para que as pessoas pudessem preencher antecipadamente informações a serem declaradas neste ano.
O programa de preenchimento da declaração será disponibilizado pelo Fisco na próxima segunda-feira, 2 de março, a partir das 8 horas, para computadores e dispositivos móveis. A Receita Federal espera receber 27,5 milhões de declarações neste ano. O período de entrega do documento, que começa em 2 de março, vai até 30 de abril de 2015.
Declaração online. Segundo Occaso, o Fisco não tem acesso aos dados que o contribuinte salva online. “Isso não é declaração, é uma facilidade disponibilizada pela Receita. Juridicamente, aquela informação é um rascunho e pode nem vir a ser declarada. A Receita não tem acesso àquele dado, é uma área de trabalho do contribuinte”, disse.
Para o contribuinte que preferir salvar o preenchimento na máquina – e não online -, como ocorria até o ano passado, essa opção continuará válida.
“A Receita tem investido muito na mobilidade. Estamos fazendo esforço para unificar o universo do desktop com dispositivos móveis”, afirmou a coordenadora-geral de Tecnologia da Informação, Cláudia Maria Andrade. “Você pode continuar salvando no seu computador ou salvar online e abrir de outro computador”, explicou.
Datas. Neste ano, a Receita disponibilizará o programa na mesma data em que tem início a entrega da declaração. Em outros anos, o programa ficou disponível para preenchimento alguns dias antes. O subsecretário de Arrecadação e Atendimento, Carlos Roberto Occaso, negou que isso prejudicará o contribuinte.
“A declaração sempre foi entre o primeiro dia de março e último de abril, então não estamos reduzindo o prazo de entrega. Nos anos anteriores, disponibilizamos aplicações antes, mas ele só podia apresentar a partir do primeiro dia de março”, disse.
Estão obrigados a declarar os contribuintes que tiveram, no ano passado, rendimentos tributáveis superiores a R$ 26.816,55 ou rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, que ultrapassaram R$ 40 mil. Aqueles que tinham a posse ou a propriedade de bens ou direitos em valor superior a R$ 300 mil, no dia 31 de dezembro de 2014, também precisarão prestar contas ao Fisco.
Quem escolher a declaração simplificada terá um abatimento limitado a R$ 15.880,89. Já quem optar pela opção completa terá direito a deduções por dependente (até R$ 2.156,52), com educação (até R$ 3.375,83) e com empregada doméstica (até R$ 1.152,88).
Certificação digital. Os contribuintes que têm certificação digital – que a Receita estima hoje que são 2 milhões de pessoas – encontrarão mais uma novidade na declaração deste ano. Além de a Receita disponibilizar os dados apresentados pelo empregador, o órgão também informará previamente dados sobre valores recebidos em aluguéis, além de gastos médicos. “Aumentou o universo de informações que a Receita disponibilizará ao usuário da declaração pré-preenchida”, disse Occaso.
No ano passado, apenas 32 mil pessoas fizeram a declaração usando o certificado digital. Não há definição, segundo a Receita, de quando a declaração pré-preenchida se tornará universal, e não apenas para quem tem certificação digital. “O escopo da pré-preenchida é definido pela legislação. Estamos vendo a evolução no campo jurídico para adaptar a tecnologia a essa questão jurídica”, disse Occaso.
O Estado de S. Paulo
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O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, informou que criará nesta terça-feira uma comissão especial para analisar o projeto que eleva o texto do Supersimples (PLP 448/14). O anúncio foi feito após reunião de Cunha com o ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, que pediu auxílio na tramitação do projeto.
{nl}A proposta é considerada prioridade pela Frente Parlamentar da Micro e Pequena Empresa. “É um bom projeto, que merece ser debatido”, disse Cunha.
{nl}O projeto aumenta em até 400% o teto de receita anual para enquadramento de micro e pequenas empresas no regime tributário reduzido do Supersimples.
{nl}O texto, de autoria de vários parlamentares, como os deputados Otavio Leite (PSDB-RJ), Pepe Vargas (PT-RS) e Jorginho Mello (PR-SC), também propõe a redução de sete para quatro tabelas de alíquotas (uma para atividades do comércio, outra para indústria e duas para serviços), e diminui de 20 para apenas 7 faixas de faturamento, sendo duas delas de transição. As faixas de mudança adotam metodologia de cálculo progressivo similar à do Imposto de Renda (IR) para pessoa física.
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SOFIA FERNANDES
DE BRASÍLIA
O governo estuda formas de compensar possíveis recuos nas medidas de restrição a benefícios trabalhistas e previdenciários, editadas no fim de 2014 como parte do pacote de ajuste fiscal.
{nl}Entre as soluções cogitadas está o aumento da tributação de empresas cuja taxa de rotatividade da mão de obra supere o índice médio do setor em que se enquadra.
{nl}Essa possibilidade já é prevista na Constituição, mas o artigo que trata de uma \"contribuição adicional\" dessas empresas carece ainda de regulamentação para vigorar.
{nl}A ideia conta com o apoio das centrais sindicais, que têm marcado forte oposição às medidas do governo, principalmente às restrições de acesso ao seguro-desemprego e ao abono salarial, mas enfrenta a resistência do setor produtivo.
{nl}Dentro do governo, há apoiadores da medida como forma de conter a rotatividade e melhorar a arrecadação, mas ainda não há consenso, segundo a Folha apurou.
{nl}Segundo estudo do Dieese feito em 2013, de cada 100 trabalhadores, 55 não chegam a completar nem um ano com o mesmo empregador.
{nl}Esta semana será de intensas negociações entre governo, centrais sindicais e Congresso, por onde as medidas terão de passar para serem efetivadas.
{nl}O governo vai colocar na mesa uma \"pauta positiva\", como contrapeso às impopulares decisões, que tinham como objetivo poupar R$ 18 bilhões e ajudar o governo a fazer a poupança prometida para o ano.
{nl}Em discussão também está a criação de um programa de qualificação profissional de jovens de 15 a 25 anos recém-demitidos, com direito a bolsas. Mas não há ainda uma definição sobre como esses gastos serão cobertos.
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Folha de S. Paulo
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Reunião entre os ministros Joaquim Levy e Afif Domingos foi realizada na última sexta-feira para se chegar a um programa que crie uma transição no processo de crescimento das companhias
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